segunda-feira, 24 de junho de 2013

MÉDICO DESABAFA CONTRA A FALTA DE RECURSOS PARA ATENDER E PRECARIEDADE NO SUS

Este é meu consultório em uma comunidade no interior de Minas Gerais .Aqui não temos estrutura adequada e nem condições de trabalho favoráveis .O mesmo espaço servia de biblioteca da escola,cantina da escola e consultório .O que nos move aqui é o amor que temos a nossos compatriotas mais necessitados. E temos ainda "de sobra" a arte de lutar contra situações deprimentes . No Brasil ,não faltam médicos, não falta disposição. Falta vontade política!

Dr.Alex Araujo

Este é meu consultório em uma comunidade no interior de Minas Gerais .Aqui não temos estrutura adequada e nem condições de trabalho favoráveis .O mesmo espaço servia de biblioteca da escola,cantina da escola e consultório .O que nos move aqui é o amor que temos a nossos compatriotas mais necessitados. E temos ainda "de sobra" a arte de lutar contra situações deprimentes . No Brasil ,não faltam médicos, não falta disposição. Falta vontade política!

NOSSAS CRIANÇAS SÃO O FUTURO DO PAÍS

NOSSAS CRIANÇAS SÃO O FUTURO DO PAÍS E SOFREM POR FALTA DE SAÚDE PÚBLICA DE QUALIDADE POR FALTA DE RECURSOS NOS HOSPITAIS PARA OS NOSSOS MARAVILHOSOS MÉDICOS TRABALHAREM, SOFREM PELA FALTA DE ESTUDO, EDUCAÇÃO!...

#VEMPRARUA #BRASILACORDANDO ♥ / Williane Pacheco

A EDUCAÇÃO VAI TRANSFORMAR A HUMANIDADE

Convite especial pra vc., que não curtio nossa Página,
https://www.facebook.com/espiritistaegdemberguer
http://espiritaespiritismoberg.blogspot.com.br/

ORAÇÃO PARA A SEMANA DE PROTESTOS


Senhor, 

estamos passando por um momento decisivo na nossa história.
São muitos os momentos de apreensão diante dos protestos espalhados por este Brasil afora.
Proteja Senhor, a todos nós brasileiros, proteja todos aqueles que antes "deitados em berço esplêndido", levantaram-se para demonstrar que "um filho teu não foge a luta".
Pedimos neste momento que pacificamente nossos objetivos sejam atingidos, para que nós, os brasileiros possamos ter direitos humanos respeitados.
Olhe Senhor por todos,para que tudo seja resolvido dentro da PAZ e do merecimento!
Que assim seja!

DESABAFO DE UMA MÉDICA QUE TRABALHA NO SUS-SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM TOTAL PRECARIEDADE, SEM CONDIÇÕES DE TRABALHO

Isso que corre na internet é uma conspiração contra a presidenta Dilma ou realidade nacional?se a culpa não é dela, do governo dela,  é do antecessor dela ou do antecessor do antecessor...mas o fato é que isso é a nossa realidade!...vai ai o desabafo de uma médica!

Foto: MÉDICOS SÃO OBRIGADOS A ESCOLHER QUEM VIVE E QUEM MORRE POR FALTA DE RECURSOS
Tudo que uma médica BRASILEIRA, que trabalha no interior, quer falar pra "Presidenta" hoje:

Dilma, deixa eu te falar uma coisa! Este ano completo 7 anos de formada pela Universidade Federal Fluminense e desde então, por opção de vida, trabalho no interior. Inclusive hoje, não moro mais num grande centro. Já trabalhei em cada canto... Você não sabe o que eu já vi e vivi, não só como médica, mas como cidadã brasileira. Já tive que comprar remédio com meu dinheiro, porque a mãe da criança só tinha R$ 2,00 para comprar o pão. Por que comprei? Porque não tinha vaga no hospital para internar e eu já tinha usado todos os espaços possíveis (inclusive do corredor!) para internar os mais graves. Você sabe o que é puxadinho? Agora, já viu dentro de enfermaria? Pois é, eu já vi. E muitos. Sabe o que é mãe e filho dormirem na mesma maca porque simplesmente não havia espaço para sequer uma cadeira? Já viu macas tão grudadas, mas tão grudadas, que na hora da visita médica era necessário chamar um por um para o consultório porque era impossível transitar na enfermaria? Já trabalhei num local em que tive que autorizar que o familiar trouxesse comida ( não tinha, ora bolas!) e já trabalhei em outro que lotava na hora do lanche (diga-se refresco ralo com biscoito de péssima qualidade) que era distribuído aos que aguardavam na recepção. Já esperei 12 horas por um simples hemograma. Já perdi o paciente antes de conseguir um mera ultrassonografia. Já vi luva descartável ser reciclada. Já deixei de conseguir vaga em UTI pra doente grave porque eu não tinha um exame complementar que justificasse o pedido. Já fui ambuzando um prematuro de 1Kg (que óbvio, a mãe não tinha feito pré natal!) por 40 Km para vê-lo morrer na porta do hospital sem poder fazer nada. A ambulância não tinha nada...Tem mais, calma! Já tive que escolher direta ou indiretamente quem deveria viver. E morrer...Já ouvi muito desaforo de paciente, revoltando com tanto descaso e que na hora da raiva, desconta no médico, como eu, como meus colegas, na enfermeira, na recepcionista, no segurança, mas nunca em você. Já ouviu alguém dizer na tua cara: meu filho vai morrer e a culpa é tua? Não, né? E a culpa nem era minha, mas era tua, talvez. Ou do teu antecessor. Ou do antecessor dele...Já vi gente morrer! Óbvio, médico sempre vê gente morrendo, mas de apendicite, porque não tinha centro cirúrgico no lugar, nem ambulância pra transferir, nem vaga em outro hospital? Agonizando, de insuficiência respiratória, porque não tinha laringoscópio, não tinha tubo, não tinha respirador? De sepse, porque não tinha antibiótico, não tinha isolamento, não tinha UTI? A gente é preparado pra ver gente morrer, mas não nessas condições. Ah Dilma, você não sabe mesmo o que eu já vi! Mas deixa eu te falar uma coisa: trazer médico de Cuba, de Marte ou de qualquer outro lugar, não vai resolver nada! E você sabe bem disso. Só está tentado enrolar a gente com essa conversa fiada. É tanto descaso, tanta carência, tanto despreparo... As pessoas adoecem pela fome, pela sede, pela falta de saneamento e educação e quando procuram os hospitais, despejam em nós todas as suas frustrações, medos, incertezas... Mas às vezes eu não tenho luva e fio pra fazer uma sutura, o que dirá uma resposta para todo o seu sofrimento! O problema do interior não é falta de médico. É falta de estrutura, de interesse, de vergonha na cara. Na tua cara e dessa corja que te acompanha! Não é só salário que a gente reivindica. Eu não quero ganhar muito num lugar que tenha que fingir que faço medicina. E acho que a maioria dos médicos brasileiros também não.
Quer um conselho? Pare de falar besteira em rede nacional e admita: já deu pra vocês! Eu sei que na hora do desespero, a gente apela, mas vamos combinar, você abusou! Se você não sabe ser "presidenta", desculpe-me, mas eu sei ser médica, mas por conta da incompetência de vocês, não estou conseguindo exercer minha função com louvor!
Não sei se isso vai chegar até você, mas já valeu pelo desabafo!
Fernanda Melo, médica, moradora e trabalhadora de Cabo Frio, cidade da baixada litorânea do estado do Rio de Janeiro.

Dilma, deixa eu te falar uma coisa! Este ano completo 7 anos de formada pela Universidade Federal Fluminense e desde então, por opção de vida, trabalho no interior. Inclusive hoje, não moro mais num grande centro. Já trabalhei em cada canto... Você não sabe o que eu já vi e vivi, não só como médica, mas como cidadã brasileira. Já tive que comprar remédio com meu dinheiro, porque a mãe da criança só tinha R$ 2,00 para comprar o pão. Por que comprei? Porque não tinha vaga no hospital para internar e eu já tinha usado todos os espaços possíveis (inclusive do corredor!) para internar os mais graves. Você sabe o que é puxadinho? Agora, já viu dentro de enfermaria? Pois é, eu já vi. E muitos. Sabe o que é mãe e filho dormirem na mesma maca porque simplesmente não havia espaço para sequer uma cadeira? Já viu macas tão grudadas, mas tão grudadas, que na hora da visita médica era necessário chamar um por um para o consultório porque era impossível transitar na enfermaria? Já trabalhei num local em que tive que autorizar que o familiar trouxesse comida ( não tinha, ora bolas!) e já trabalhei em outro que lotava na hora do lanche (diga-se refresco ralo com biscoito de péssima qualidade) que era distribuído aos que aguardavam na recepção. Já esperei 12 horas por um simples hemograma. Já perdi o paciente antes de conseguir um mera ultrassonografia. Já vi luva descartável ser reciclada. Já deixei de conseguir vaga em UTI pra doente grave porque eu não tinha um exame complementar que justificasse o pedido. Já fui ambuzando um prematuro de 1Kg (que óbvio, a mãe não tinha feito pré natal!) por 40 Km para vê-lo morrer na porta do hospital sem poder fazer nada. A ambulância não tinha nada...Tem mais, calma! Já tive que escolher direta ou indiretamente quem deveria viver. E morrer...Já ouvi muito desaforo de paciente, revoltando com tanto descaso e que na hora da raiva, desconta no médico, como eu, como meus colegas, na enfermeira, na recepcionista, no segurança, mas nunca em você. Já ouviu alguém dizer na tua cara: meu filho vai morrer e a culpa é tua? Não, né? E a culpa nem era minha, mas era tua, talvez. Ou do teu antecessor. Ou do antecessor dele...Já vi gente morrer! Óbvio, médico sempre vê gente morrendo, mas de apendicite, porque não tinha centro cirúrgico no lugar, nem ambulância pra transferir, nem vaga em outro hospital? Agonizando, de insuficiência respiratória, porque não tinha laringoscópio, não tinha tubo, não tinha respirador? De sepse, porque não tinha antibiótico, não tinha isolamento, não tinha UTI? A gente é preparado pra ver gente morrer, mas não nessas condições. Ah Dilma, você não sabe mesmo o que eu já vi! Mas deixa eu te falar uma coisa: trazer médico de Cuba, de Marte ou de qualquer outro lugar, não vai resolver nada! E você sabe bem disso. Só está tentado enrolar a gente com essa conversa fiada. É tanto descaso, tanta carência, tanto despreparo... As pessoas adoecem pela fome, pela sede, pela falta de saneamento e educação e quando procuram os hospitais, despejam em nós todas as suas frustrações, medos, incertezas... Mas às vezes eu não tenho luva e fio pra fazer uma sutura, o que dirá uma resposta para todo o seu sofrimento! O problema do interior não é falta de médico. É falta de estrutura, de interesse, de vergonha na cara. Na tua cara e dessa corja que te acompanha! Não é só salário que a gente reivindica. Eu não quero ganhar muito num lugar que tenha que fingir que faço medicina. E acho que a maioria dos médicos brasileiros também não.
Quer um conselho? Pare de falar besteira em rede nacional e admita: já deu pra vocês! Eu sei que na hora do desespero, a gente apela, mas vamos combinar, você abusou! Se você não sabe ser "presidenta", desculpe-me, mas eu sei ser médica, mas por conta da incompetência de vocês, não estou conseguindo exercer minha função com louvor!
Não sei se isso vai chegar até você, mas já valeu pelo desabafo!
Fernanda Melo, médica, moradora e trabalhadora de Cabo Frio, cidade da baixada litorânea do estado do Rio de Janeiro.



domingo, 23 de junho de 2013

VOTAR CERTO É MUITO IMPORTANTE POR ISSO

“(⁀‵⁀,) ..`•.¸¸.•´´¯`••
.`⋎´✫✿ 󾬕 Verdade&Luz 󾬕
✫¸.•°* ..`•.¸¸.•´"


O POVO FOI ÀS RUAS SÓ AGORA, MAS PODERIA TER IDO ANTES TAMBÉM



O povo foi às ruas! Na imensa maioria, não para cometer violência ou depredar o patrimônio público ou privado. Mas clamando por mudanças. O que nos inspira a nos manifestar é a esperança de que algo de bom possa advir deste lindo momento de reação da sociedade. “Desculpe o transtorno, estamos mudando o país”, dizia um cartaz na segunda-feira.
O povo deveria ter ido às ruas em 2008 quando se criou o COL (Comitê Organizador Local) como se fosse uma ação entre amigos fe Ricardo Teixeira, com ele como presidente, sua filha, seu assessor de comunicação e seu advogado como membros, sem nenhum representante da sociedade nem do governo, quem paga a conta da Copa.
O povo poderia ter ido às ruas quando se anunciou a construção de estádios muito custosos em locais onde o futebol não justifica, gastando-se bilhões de reais em elefantes brancos com manutenção cara, e não investindo em mobilidade urbana, melhoria dos aeroportos, implantação do trem-bala Rio-São Paulo, recuperação de estradas, estrutura de comunicação e segurança, tão caras para a população brasileira.
O povo deveria ter protestado quando viu que os estádios, diferentemente do que foi anunciado, seriam construídos com dinheiro público na quase totalidade, consumindo mais de R$ 8 bilhões, divididos em investimentos, compromissos e empréstimos com origem pública, sendo no final somente 4% de recursos privados. E também quando Renan Calheiros foi eleito pelos seus pares para a presidência do Senado, numa afronta a toda a nação.
O povo poderia ter ido às ruas em 2006 quando a Timemania foi inventada, refinanciando as dívidas dos clubes sem nenhuma contrapartida exigida nem punição aos dirigentes que não pagassem as parcelas.
O povo poderia ter demandado um Comitê Organizador plural para 2016, com representantes da sociedade e que não fosse presidido pelo mesmo presidente do COB – algo inédito nos Jogos Olímpicos – que acumula poderes e funções excessivas e deixa de se concentrar na formação de atletas, este sim papel fundamental do COB.
O povo poderia ter ido às ruas quando, após Ricardo Teixeira se refugiar no exterior, com medo de encarar a lei brasileira, a sucessão na CBF e no COL foi feita tal qual uma capitania hereditária, para Marin e Del Nero, este como vice da CBF e virtual sucessor do novo presidente, apesar de diversos indícios de falta de decoro para os cargos.
Não se pode retroagir no tempo, mas se pode construir o futuro com novas práticas, estimulando a nação a realizar seu potencial, ocupando o lugar que o mundo nos reserva. Não nos faltam recursos naturais, humanos e econômicos. O que precisamos fazer é usá-los com eficiência e ceifando a corrupção, que tanto nos subtrai. Neste momento, há muito a ser feito e o povo pode ir às ruas para...
- Uma legislação que refunde as bases do esporte e do futebol brasileiro, reduzindo os poderes de federações e confederações, eliminando a perpetuação de dirigentes e impondo transparência de seus atos;
- Exigir a mudança imediata no COL, com a saída de Marin e de Joana Havelange, herdeiros de Teixeira, ampliando sua prestação de contas, atualmente limitada à CBF a à Fifa;
- Demandar a fundação de uma nova CBF, hoje praticamente exploradora monopolista dos valiosos direitos comerciais da Seleção, que tenha que usar seus vastos recursos para o fomento do futebol brasileiro, investindo nas Séries C, D e no futebol feminino, instituindo o veto a doar dinheiro para campanhas eleitorais de políticos e deixando de fazer benesses como os R$ 130 mil mensais pagos para o refugiado Teixeira até março deste ano;
- Protestar contra o projeto do governo de perdoar parte da dívida de mais de R$ 2 bilhões dos clubes sem que se tenha garantia de punição para os que derem novos calotes no governo e aos que praticam apropriação indébita de impostos de forma costumeira. O futebol é hoje um grande negócio e os clubes têm que pagar os impostos que devem;
- Cobrar a existência efetiva de uma política de massificação do esporte, tornando sua prática acessível a toda sociedade e permitindo o surgimento de talentos que possam defender o país em competições de alto rendimento;
- Exigir que, além dos grandes investimentos em obras de infraestrutura para a Olimpíada-2016, que vão gerar o legado físico, os investimentos nos legados ambiental, social e esportivo, sejam tratados como alta prioridade.
Os Jogos não podem ser somente um evento esportivo, mas sim uma oportunidade única de mudar o destino da cidade-sede e do país. Mudanças no esporte podem mudar o nosso Brasil.
Enfim, o povo foi às ruas!


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/gigante-acordou_0_940106207.html#ixzz2X4bWlmkJ 
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